quarta-feira, 27 de abril de 2011

O XAXADO

A equipe 4 de março homenageia o XAXADO das Festas Juninas que é uma tradição no José Narciso, que segundo o folclorista Roberto Benjamin, o xaxado é um ritmo e uma dança sertaneja com evidentes características da cultura indígenas, originário das regiões do Pajeú e Moxotó (Pernambuco), mas há controvérsias na origem do xaxado, alguns pesquisadores como Benjamin e Luís da Câmara Cascudo, afirmam que é uma dança originária do alto Sertão de Pernambuco, outros que ela tem sua origem em Portugal e alguns outros ainda dizem que sua origem é indígena, esta dança já era conhecida nas regiões do Agreste e Sertão Pernambucano desde de 1922 e a palavra xaxado é uma onomatopéia do barulho xa-xa-xa, que os dançarinos fazem com as alpercatas arrastadas no chão durante a dança.

xaxado, uma dança dos cangaceiros.

A EQUIPE QUATRO DE MARÇO

Os componentes da Equipe 4 de março (alunos da 6ª Série "A")



ESSA EQUIPE É FERA!

terça-feira, 19 de abril de 2011

VOCÊ É EX-ALUNO DO JOSÉ NARCISO E FOI APROVADO EM ALGUM VESTIBULAR?

Para você que concluiu o ENSINO MÉDIO na escola JOSÉ NARCISO e que foi aprovado em vestibulares, deixe aqui sua mensagem pelos 50 anos do José Narciso dedicados a educação.

sábado, 16 de abril de 2011

REPELENTE CASEIRO AJUDA A MANTER O MOSQUITO DA DENGUE À DISTÂNCIA


Uma receita caseira que ganhou o nome de “repelente dos pescadores” está fazendo sucesso desde que caiu na rede. E, à medida que aumentam as notificações de dengue no estado, cresce a velocidade com que o e-mail — com os ingredientes da fórmula — circula na internet. À base de cravo-da-índia, o repelente tem respaldo de especialistas.
— Da semente do cravo-da-índia se extrai o ácido eugênico, a partir do qual se consegue obter um aroma ativo que protege contra a picada do mosquito — explica o fitoterapeuta Marcos Stern.
O médico Alex Botsaris, que lançou recentemente o livro “Medicina Ecológica – Descubra como cuidar da sua saúde sem sacrificar o planeta”, diz que o cravo, assim como o capim citronela, é rico em óleos essenciais, responsáveis pelo odor característico da planta.
— Esse aroma atrapalha o mosquito a sentir o cheiro da pele humana, interferindo na orientação do inseto — afirma o médico.
O que a fitoterapia explica a advogada Tânia Bustamante, de 42 anos, sente na pele. Morando no Itanhangá, ela protege toda a família com o “repelente dos pescadores” há pelo menos dois anos. As garrafinhas com a fórmula estão espalhadas pela casa.
— Recebi essa receita pela internet e, depois, quando fui a um restaurante numa ilha, os donos ofereciam o repelente para os clientes. Usei e achei uma maravilha. Meu filho de 8 anos aplica sempre depois do banho — diz Tânia, acrescentando que, dependendo do óleo que se mistura, o cheiro do repelente fica bem suave.
Mas se o tipo de óleo corporal pouco interfere — pode ser infantil, de amêndoas, citronela, lavanda ou qualquer outro — o modo de preparo faz, sim, a diferença. Deixar o álcool e o cravo-da-índia macerando por cerca de 15 dias torna o repelente ainda mais potente. Só depois, se mistura o óleo.
— Mas se houver urgência, faça uma pequena quantidade, deixando em contato por pelo menos 24 horas. Depois use a que ficou por 15 dias em maceração. É importante também agitar o frasco de duas a três vezes ao dia — explica Marcos Stern.

A fórmula só não deve ser usada por crianças muito pequenas — menores de 3 anos — e pessoas que já sabem que têm alergia a essências.
A dentista Thaíse Britto se mudou para Boa Vista, Roraima, há pouco tempo e levou com ela a fórmula do “repelente dos pescadores”:
— Usei um óleo com cheiro de lavanda. Mas como leva muito álcool, o cheiro não fica insuportável e ameniza logo. A mosquitada não chega perto mesmo!
Aprenda a fazer

Ingredientes:
1/2 litro de álcool
1 pacote de cravo da índia (10 gramas)
1 vidro de óleo infantil (100 ml)

Modo de preparo:
Deixe o cravo curtindo no álcool durante uns quatro dias, agitando pela manhã e à tarde. Depois, misture o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera). Passe apenas uma gota nos braços e nas pernas.

Fonte: Extra.com

MOSQUITO DA DENGUE






A dengue é transmitida para o homem através da picada do mosquito Aedes aegypti (aēdēs do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto”). Mais conhecido como mosquito da dengue, ele pertence a uma espécie de mosquito da família Culicidae proveniente de África e que já pode ser encontrado por quase todo o mundo, com mais ocorrências nas regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.

O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é o vector de doenças graves, como o dengue e a febre amarela, e por isso o controle de sua reprodução é considerado assunto de saúde pública.

O Aedes aegypti é um mosquito que se encontra ativo e pica durante o dia, ao contrário do Anopheles, vector da malária, que tem atividade crepuscular (durante o amanhecer ou anoitecer) tendo como vítima preferencial o homem.




O mosquito da dengue tem cerca de 0,5 cm de comprimento, é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas e suas asas são translúcidas. (Imagem: Emílio Goeldi)

De difícil controle, já que seus ovos são muito resistentes e sobrevivem vários meses até que a chegada de água propicia a incubação, o mosquito da dengue deposita seus ovos em diversos locais e rapidamente se transformam em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto. Assim como na maioria dos demais mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação de seus ovos; os machos se alimentam apenas substâncias vegetais e açucaradas.

Os ovos dos mosquitos são depositados normalmente em áreas urbanas, em locais com pequenas quantidades de água limpa, sem a presença de matéria orgânica em decomposição e sais. Em função disso, a água é ácida. Normalmente, eles escolhem locais que estejam sombreados e em zonas residenciais. Por isso, é importante não deixar objetos com água parada dentro de casa ou no quintal. Sem este ambiente favorável, o aedes aegypti não consegue se reproduzir. Ver formas de prevenção da dengue.



Ciclo Mosquito da Dengue (Aedes Aegypti)

O mosquito da dengue pode ser encontrado nas regiões tropicais de África e da América do Sul, chegando à Ilha da Madeira, em Portugal e ao estado da Flórida nos Estados Unidos da América. Nesta área, a presença do mosquito está diminuindo em virtude da competição com outra espécie do mesmo gênero, o Aedes albopictus. Porém o A. albopictus também é um vetor da dengue, bem como de vários tipos de encefalite equina. A competição entre as duas espécies ocorre devido ao fato de a fêmea do A. aegypti se acasalar tanto com o macho de sua espécie quanto com o macho do A. albopictus que é mais agressivo e, sendo de outra espécie, gera ovos inférteis, reduzindo assim a população de A. aegypti. No Brasil, o único mosquito que transmite a dengue é o A.aegypti.

O mosquito da dengue (Aedes aegypti) é sensível a repelentes baseados no composto N,N-dietilmetatoluamida.

A dengue é transmitida pela fêmea do Aedes Aegypti. Seu ciclo de reprodução do ovo-ovo é de 10 dias.  Quando o mosquito nasce, ela passa por quatro estágios de crescimento, que podem durar oito dias no total. Depois ela se transforma em pupa, estágio que dura, aproximadamente, dois dias. Depois de sair da pupa, o mosquito adulto já pode se reproduzir e botar ovos, quando o ciclo se reinicia.

Classificação
  • Ramo: Arthropoda (pés articulados);
  • Classe: Hexapoda (três pares de patas);
  • Ordem: Diptera (um par de asas anterior funcional e um par posterior transformado em halteres);
  • Família: Culicidae;
  • Gênero: Aedes.

O mosquito da dengue (Aedes Aegypti)  é menor que os mosquitos comuns, tem, em média, 0,5 cm de comprimento. Ele é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. Suas asas são translúcidas e o ruído que produzem é praticamente inaudível ao ser humano.

O macho alimenta-se de frutas ou outros vegetais adocicados. Já as fêmeas se alimentam de sangue animal, principalmente humano. É no momento que está retirando o sangue que a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano. Na picada, ela aplica uma substância anestésica, fazendo com que não haja dor na picada.

As fêmeas costumam picar o ser humano no começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo.

O QUE É DENGUE?

  A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida, no Brasil, através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
A dengue é conhecida no Brasil desde os tempos de colônia. O mosquito Aedes aegypti tem origem africana. Ele chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações.
O primeiro caso da doença foi registrado em 1685, em Recife (PE). Em 1692, a dengue provocou 2 mil mortes em Salvador (BA), reaparecendo em novo surto em 1792.
Em 1846, o mosquito Aedes aegypti tornou-se conhecido quando uma epidemia de dengue atingiu o Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Entre 1851 e 1853 e em 1916, São Paulo foi atingida por epidemias da doença. Em 1923, Niterói, no estado do Rio, lutou contra uma epidemia em sua região oceânica.
Em 1903, Oswaldo Cruz, então Diretor Geral da Saúde Pública, implantou um programa de combate ao mosquito que alcançou seu auge em 1909. Em 1957, anunciou-se que a doença estava erradicada do Brasil, embora os casos continuassem ocorrendo até 1982, quando houve uma epidemia em Roraima.
Em 1986, foram registradas epidemias nos estados do Rio de Janeiro, de Alagoas e do Ceará. Nos anos seguintes, outros estados brasileiros foram afetados.
No Rio de Janeiro (Região Sudeste) ocorreram duas grandes epidemias. A primeira, em 1986-87, com cerca de 90 mil casos; e a segunda, em 1990-91, com aproximadamente 100 mil casos confirmados. A partir de 1995, a dengue passou a ser registrada em todas as regiões do país. Em 1998 ocorreram 570.148 casos de dengue no Brasil; em 1999 foram registrados 204.210 e, em 2000, até a primeira semana de março, 6.104.
Em 2006, o número de casos de dengue voltou a crescer no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e setembro de 2006 foram registrados 279.241 casos de dengue o equivalente a 1 caso (não fatal) para cada 30 km ² do território desse país. Um crescimento de 26,3% em relação ao mesmo período em 2005. A região com maior incidência foi a Sudeste.
Já em 2008, a doença volta com força total, principalmente no Rio de Janeiro, onde foram registrados quase 250 mil casos da doença e 174 mortes em todo o Estado (e outras 150 em investigação), sendo 100 mortes e 125 mil casos somente na cidade do Rio de Janeiro. A epidemia de 2008 superou, em número de vítimas fatais, a epidemia de 2002, onde 91 pessoas morreram. Nos últimos anos, outros estados do Brasil também registraram uma epidemia de Dengue .
Atualmente, a dengue hemorrágica está entre as dez principais causas de hospitalização e morte de crianças em países da Ásia tropical. Nas Américas, a primeira epidemia de dengue hemorrágico que se tem notícia ocorreu em Cuba, em 1981.


Leia mais: http://www.combateadengue.com.br/o-que-e-dengue/#ixzz1JhViU1Vc

quarta-feira, 13 de abril de 2011

SAUDADES DE QUEM POR AQUI PASSOU

Quem já estudou na escola José Narciso é inesquecível, não somente para os professores e funcionários mas porque aqui os alunos encontram o seu espaço para as amizades, para a diversão e principalmente para a aprendizagem e assim este se torna inesquecível para todos os alunos que por aqui passaram. ACOMPANHE O VIDEO DE EX-ALUNOS DA UNIDADE ESCOLAR JOSÉ NARCISO e comprove que aqui é o espaço que jamais se apagará da memória dos alunos que por aqui passaram algum tempo e hoje seguem outras trilhas.